EXAMES COMPLEMENTARES



É um exame onde se injeta um corante direto na veia, com o objetivo de avaliar a sua característica de aparecimento nos vasos da retina.

Utilizando filtros especiais, consegue-se avaliar se o corante está vazando ou se mantendo dentro dos vasos, assim como pode revelar ou enfatizar perda de tecido ou cicatrizes.

Recomenda-se sempre que o paciente venha em jejum de pelo menos 2 horas e acompanhado para realizar esse procedimento, pois pode acontecer enjoo e tontura em alguns poucos casos e, menos comumente, alergias de intensidades variadas.


É realizada a dilatação da pupila nesses pacientes para a obtenção das fotos.

 

 

É um exame que consegue dar o valor aproximado do grau de óculos (hipermetropia, miopia e astigmatismo). Ele é comumente feito antes do teste de óculos.

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila para este exame.

 

 

Exame com objetivo de avaliar o tamanho do olho. A principal utilização desse aparelho é na escolha da lente que será implantada dentro do olho durante a cirurgia de catarata. Além do tamanho do olho, aparelhos mais modernos (IOL Master, por exemplo) possuem outras funções que se associam ao valor da medida do olho e fornecem um cálculo mais preciso para implante da lente intraocular.

Algumas vezes pode ser realizado, também, para acompanhamento do crescimento do olho, como no caso de pacientes míopes.

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila para este exame.

 

A Campimetria Computadorizada é um exame que estuda a percepção da visão central e periférica do olho. A visão periférica do ser humano é próxima a 180º, quando os dois olhos abertos. Quando se avalia apenas 1 olho, observa-se que o campo de visão chega a aproximadamente 160º, isso por conta do nariz, que atrapalha a visão de parte do canto medial.

É realizado em um aparelho com uma hemi-cúpula onde aparecem pontos luminosos em várias direções. O objetivo é identificar os pontos luminosos centrais e mais periféricos, sem movimentar os olhos. É um exame muito realizado no diagnóstico e acompanhamento do tratamento do glaucoma, onde a perda de visão periférica é um dos principais sintomas.

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila.

 


A ceratometria é o exame que mede a curvatura anterior da córnea.

A córnea funciona como um espelho esférico convexo e por meio da reflexão de um círculo ou de linhas luminosas em sua superfície, pode-se conhecer o raio da curvatura, pois quanto maior a curvatura, menor será o tamanho da imagem refletida.

O ceratômetro pode ser manual ou automático, sendo que a Clínica de Olhos von Hertwig possui ambos.

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila.

 


A fotografia de papila tem como objetivo principal a documentação e avaliação de alterações do disco óptico, como sua forma, contornos, tamanho e coloração, bem como a sua escavação centreal.

É um exame bastante utilizado para pacientes com suspeita ou diagnóstico de glaucoma e em neuroftalmologia.

Recomenda-se que o paciente venha acompanhado para realizar esse procedimento, pois é realizada a dilatação da pupila para a obtenção das fotos.

Não é necessário jejum e não se utiliza contraste.




 

“Motilidade extraocular” significa movimento da parte externa do olho. Ou seja, inclui apenas a questão dos músculos externos do olho. Exclui, portanto, movimentação de pupila, por exemplo.

Esse teste é fundamental para a investigação de visão dupla (diplopia), estrabismos, dificuldade de visão para perto antes dos 40 anos, alterações neurológicas (como alterações da pupila), etc.

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila.

 

É o exame do fundo do olho (retina, nervo óptico e vasos sanguíneos) sem que se realize a dilatação da pupila. É um exame importante, mas acaba sendo menos completo que o Mapeamento de retina, pois não é feita a dilatação da pupila (midríase).

Não é necessário jejum ou acompanhante.

 

É considerado um dos exames básicos no diagnóstico e classificação do glaucoma e avaliações sobre variações da pressão ocular. Avalia as estruturas do “ângulo de drenagem” do olho. Essas estruturas estão na região de limite entre a parte transparente (córnea) e a parte branca (esclera) do olho. O exame é realizado com lente especial contendo jogo de espelhos.

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila.

 

Esse exame é considerado o mais completo para avaliação das estruturas do segmento posterior do olho, pois consegue fornece a informações sobre nervo óptico, vasos sanguíneos, mácula e visualização da periferia da retina. Além disso, fornece informações importantes sobre a parte anterior do olho onde se encontram a catarata ou, no caso de cirurgia prévia, lente intraocular e cápsula posterior.

Não é necessário jejum. Necessita de dilatação da pupila, o que pode fazer com que algumas pessoas necessitem de acompanhante.

 


Avalia a camada mais interna da córnea, o endotélio. É um exame fundamental antes da cirurgia de catarata e pode ser pedido também em doenças que envolvam a córnea.

O endotélio é fundamental para manter a córnea desidratada. Caso a córnea fique hidratada, com maior quantidade de água, ela perde a transparência habitual e pode dificultar muito a visão. Algumas doenças genéticas, traumas oculares, após cirurgia ocular, inflamações e infecções podem gerar danos à essa camada.

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila.

 


O termo “paquimetria” significa medida da espessura.

Na questão oftalmológica, esse exame mede a espessura da córnea, estrutura transparente logo a frente da pupila, utilizando ultrassom (Paquimetria Ultrassônica de Córnea).

É um exame bastante utilizado no glaucoma, doenças de córnea, antes e mesmo depois de cirurgias refrativas, etc

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila.

 

É um exame onde se tira fotos da retina, mácula e nervo, na mesma imagem. Muito útil para avaliação e, especialmente, documentação dessas estruturas.

Recomenda-se que o paciente venha acompanhado para realizar esse procedimento, pois é realizada a dilatação da pupila para a obtenção das fotos. Não é necessário jejum e não se utiliza contraste.

 

 

A pressão dos olhos é um dos principais fatores para a evolução do glaucoma. A oscilação da pressão costuma ser maior em pacientes com glaucoma. E a oscilação, no paciente com glaucoma e em tratamento, não costuma ser benéfica. Por isso, esse exame pode ser solicitado com finalidade de investigação ou acompanhamento de paciente com glaucoma (ou suspeito de glaucoma).

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila. No entanto, é um exame com múltiplas medidas da pressão dos olhos em vários momentos distintos. Por isso recomenda-se que o paciente esteja livre durante o dia todo para a realização do exame.

 


O GALILEI G6 integra a topografia do disco Placido e a tomografia Dual Scheimpflug em um único dispositivo.

As imagens produzem um mapa da paquimetria (espessura) da córnea e dados de curvatura posterior da córnea, ao passo que as imagens do anel de Placido fornecem dados da curvatura anterior da córnea altamente precisos.

Esta combinação de tecnologias permite uma análise completa da superfície anterior e posterior da córnea.

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila para este exame.
 


O termo “OCT” se deve à abreviação do inglês Optical Coherence Tomography – OCT.

A Tomografia de Coerência Óptica (TCO) é um exame que avalia as camadas de retina, nervo e estruturas do segmento anterior, como a córnea, sem precisar de corte. Ou seja, é uma análise do tecido vivo e em tempo real.

Atualmente mais moderno e com informações cada vez mais valiosas, ajuda no diagnóstico e acompanhamento de pacientes com glaucoma, doenças na mácula e de córnea.

Apesar de não ser obrigatória a dilatação pupilar, recomenda-se que o paciente venha preparado para a realização da mesma, pois existem casos onde a pupila ou catarata podem atrapalhar o exame. Não é necessário o jejum.

 


Significa “medida do tônus” ocular (dos olhos). Pode ser realizado por muitos aparelhos diferentes. Considera-se o exame padrão para seguimento de pacientes com glaucoma ou suspeita de glaucoma a tonometria de aplanação com Tonômetro de Goldmann.

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila.

 


Esse exame avalia o relevo da córnea. Ou seja, avalia as elevações e depressões. A partir dessas medidas pode-se julgar a córnea como muito curva ou muito aplanada, bem como identificar astigmatismos.

O ceratocone também pode ser identificado por esse exame.

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila.


 


Exame que avalia as estruturas oculares por meio da interpretação da refletividade das ondas de ultrassom. Muito útil para avaliação do segmento posterior do olho quando impedido de ser feito no mapeamento de retina por catarata, por exemplo. Também se avalia as estruturas em volta do olho, como músculos e gordura.

Não é necessário jejum ou acompanhante, e não é realizado a dilatação da pupila.